O “segundo” texto sobre as gordinhas de Margarida Rebelo Pinto – O esplendor da carne

Na verdade este artigo é anterior ao tão badalado “as gordinhas” mas não causou tanto impacto ou indignação. Para ler o texto na integra clicar aqui !

Analisando o texto, poderemos talvez deduzir que o preconceito de Margarida com as gordinhas, está a nascer e a desabrochar por esta altura. O texto desta vez não puxa tanto ao insulto mas sim á confusão e perplexidade.

Talvez não passe de senso comum da minha parte, mas acredito que Margarida Rebelo Pinto após todos os esforços para proporcionar a si própria na integra o “magreza é beleza”, fique absolutamente extenuada de encontrar á sua volta, mulheres que sem qualquer tipo de complexo, destapam o corpo com naturalidade, para usufruir do direito geral de um bom dia de praia.

Ora naturalmente para alguém que não perceba o que significa viver sem complexos ou futilidades, veja com pudor, o “destapamento” do corpo nu imperfeito.

Margarida Rebelo Pinto está confusa… Ali está ela, na sua magreza ossuda, procurando perceber, porque é que estas “gordinhas” são felizes assim? Como é possível envergar um sorriso bem disposto, quando se enverga também uma boa pança? Bem, é exatamente aqui que nasce o problema…

O ser humano é unico, e não existe ninguém igual a ninguem… E o que faz feliz a um, longe está de fazer feliz  um outro!

Sim Margarida, é natural que não se sinta atraida por corpos gordos ou cheiinhos, mas o problema está no estado confuso da sua mente por outros gostarem ou não ligarem… Essa parte só diz respeito a cada um…

O “ser” gordo, não é um ser assexuado sem apetites ou falta de sexismo… É simplesmente  um tipo de sexualidade não popularizado nos media, ou na sociedade em geral, mas não quer dizer que não tenha seguidores e não seja considerado! Minha cara, a sua opinião tão própria sobre um assunto não pode ser minimamente considerada, pois todos pensamos diferente e nem toda a gente está obcecada por seguir padrões corporais alusivos a publicidades, revistas e moda.

Se falar de comida para si é desinteressante, tem que compreender que para muitas pessoas, muitos dos seus assuntos também o serão.

O segredo não está em olhar para gordinhos felizes e tentar compreender. O segredo está em aceitar a diferença! Nem toda a gente pensa igual, nem o mundo seria interessante assim.

A Margarida procurou o segredo para a felicidade dos gordinhos, sem por um único momento pensar como eles. Nunca os iria perceber, pensando com o tipo de mentalidade que pensa de si para consigo…

Tentar perceber os gordinhos sem êxito, foi o que a levou a um estado de ignorância. E é da ignorância que nasce a discriminação e o preconceito! Da próxima não tente perceber – simplesmente aceite!

Nota: Se gostaram deste texto, comentem, todo o feedback é bem vindo! Se gostaram do blog podem seguir tudo pelo facebook, basta pôr um gosto no canto superior direito da página. Obrigado por lerem!

2 responses to “O “segundo” texto sobre as gordinhas de Margarida Rebelo Pinto – O esplendor da carne

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