O que diz Margarida Rebelo Pinto sobre as “gordinhas” … E o que tenho eu a dizer!

Hoje venho-vos falar de um tema um pouco diferente do usual, no caso, um pequeno rebate a um artigo no jornal “Sol” da autoria duma das mais famosas escritoras portuguesas, Margarida Rebelo Pinto. Para verem o artigo na integra cliquem aqui.

Ora este artigo pode ser considerado no minimo algo estereótipado, preconceituoso e a roçar na ignorância, vulgaridade e falta de bom senso.

Resumidamente, depois de ler este texto verdadeiramente insultuoso e insensivel, não percebo porque Margarida Rebelo Pinto continua a aclamar “gordinhas”.

Se tem essas ideias mais vale corrigir logo ao preconceito éticamente correcto: que chame badochas, requeijões, pequenos elefantes, porque não?

Afinal se ao texto não falta a sensibilidade, porque se dar ao luxo de eufemismos como “gordinha”?

Ora pelas palavras de Margarida Rebelo Pinto, o que é este animal generalizado, e meio humano, que adquire mais direitos que os outros, intitulado a “gordinha”? E tenham em atenção que nem sequer fala em gordinhos no masculino..

Então a gordinha é alguém que acompanha grupos de rapazes como uma melhor amiga maria-rapaz que se pode comportar como eles, e que é defendida pelos rapazes com unhas e dentes, indiferentes aos comportamentos impróprios que estas possam ter, porque afinal, não é, são consideradas meio homens… E apenas têm o direito a entrar em vias de facto se esses mesmos homens estiverem entornados em alcoól, onde qualquer coisa serve para “aliviar”.

Então a senhora Margarida não sabe que existem gostos para todos os géneros? Que nem todos os homens gostam de corpos magros? Que todos somos diferentes e que todos temos gostos diferentes?

Uns gostam de loiras, outros de morenas, outros de magras, outros de gordas, cabelos curtos, cabelos compridos, há gostos para tudo.. Porque afinal todos somos pessoas diferentes e ninguém é obrigado a seguir o estereótipo imposto pela sociedade do que é moralmente correcto, a atracção pelos corpos de sereia e pela menina bem comportada cheia de regras de etiqueta.

Ora as “gordinhas” são populares. A Margarida Rebelo Pinto não deve com certeza ter em conta todos os casos de bullying contra pessoas de excesso de peso, que os leva ao insucesso, a disturbios alimentares, e á valeta da sociedade, pois muitos desaprendem a socializar-se devido á constante gozação, e aos penosos dias de sofrimento e insultos que carregam para toda a vida, que com certeza não é a melhor ajuda para emagrecerem.

E outra questão ainda… E se essa “gordinha” fôr feliz como é? Se sentir bonita, talentosa e se comporte exatamente como aquilo que se sente por dentro, e se sinta feliz da vida, tal e qual como é? Quem é esta senhora para a vir rebaixar a dizer que esta “gordinha”não passa de uma promiscua desesperada para ter relações sexuais com o primeiro que a queira?

Quê? Não há magras que fazem exatamente o mesmo?

Mas não, estas “gordinhas” têm um estatuto especial entre os homens. Elas podem comportar-se como quiserem, enquanto que as magras e bonitas têm que se comportar com delicadeza, elegância, lucidez e sei lá eu que mais.

Pois bem, se essa é a sua experiência de vida, eu digo-lhe a minha. Tenho várias amigas magras e giras que dizem palavrões, falam alto, sabem festejar e não têm tabus nenhuns em relação á vida sexual. E estão-se a marimbar para a posição do homem quanto a isso.

Se no grupo da Margarida isto não se passa, e as boazonas não passam de más línguas que invejam as “gordinhas” simplesmente por elas serem elas próprias, e gordas felizes, que tal trocar de grupo em vez de colocar a culpa nas “gordinhas”?

Afinal no caso que relata não parecem ser elas a estar de mal com a vida. Cada um que olhe pela sua, em vez de dar sugestões maldosas sem carácter ou qualquer moral!

E não, eu não sou gorda, sou magra! E ainda assim, desprezo tudo o que ali está escrito. Absolutamente repugnante, cheio de juizos de valor, falta de ética, e senso moral.

As pessoas são pessoas. Abaixo todo o tipo de Bullying por aqueles que se consideram superiores aos outros!

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33 responses to “O que diz Margarida Rebelo Pinto sobre as “gordinhas” … E o que tenho eu a dizer!

  1. Foi com grande surpresa e incredulidade que li o artigo de Margarida Rebelo Pinto, e mer apercebi tipo: oh meu deus isto é a sério, ela não está a gozar… Enfim será o próximo artigo dela, sobre “niggas” e o ku klux klan? Parabens pela resposta bem organizada para essa senhora, intitulada escritora. Gostei de ler, é mesmo isso que penso…

    • é verdade, podemos mesmo fazer a ligação entre racismo, e a discriminação que foi utilizada no artigo de Margarida Rebelo Pinto.. Todas as ideias que considerem alguém inferior por características físicas, deviam ser sancionadas.. obrigado pelo comentário🙂

      • Toda a gente sabe, que mesmo com a magreza que caracteriza, tem que ser ela a pestanejar os “chavalos”,e não a suportam por muito tempo.A linguagem que usa ,não só é de frustração ,será que também cobiça os homens que gostam de gordinhas?

      • Gostei bastante da sua resposta a esta (pseudo)senhora. Gostaria de deixar aqui também a minha opinião, porque acho que infelizmente ainda há dois distintos “grupos” no sexo feminino, as senhoras do seu nariz, de bem com a vida, que sabem o que querem independentemente do resto do mundo e as ditas aspirantes a senhoras, que vivem em função de diminuir as suas iguais, de críticas infundadas e de discriminação. Porque é que será que em pleno séc. XXI ainda persiste este problema?
        Estou sim, de facto, escandalizada com a esta “crónica” (mental acima tudo), mas + escandalizada ainda com os Media em Portugal… Isto nunca deveria ser publicado!

        1º gosto imenso de literatura e também escrevo, sei bem a dificuldade que alguem tem neste país para conseguir algum apoio. Porque é que alguém tão inculto e insensato pode publicar enquanto há por aí tanta gente com trabalhos de muita qualidade que nunca são sequer vistos por ninguem?

        2º trabalho na área social e do direito, nomeadamente em violência doméstica e violência de menores. Num país de tristes realidades, com números alucionantes de violência doméstica, bullying, gravidez precoce e maus-tratos infantis, considero inconcebível uma crónica destas sair a público!!! Apenas irá impulsionar mais e piores atitudes daqueles que, infelizmente, lerem este artigo, saído num jornal, chegam a casa, bêbedos, e têm ainda mais certeza que a sua “gordinha” serve para “aliviar” em qualquer circunstância! É à custa deste tipo de preconceitos serem levianamente aceites na nossa sociedade que temos estes graves problemas sociais!

        Por último, considero que a quantidade de críticas que esta “crónica” recebeu é, de facto, muito significativa… Mas por uma vez só, gostava que neste país os problemas não se remetessem apenas a críticas e comentários… Deveria haver alguma atitudade da parte do jornal ou até das instituições de defesa à mulher.

        Obrigada por este espaço de partilha e parabéns April Walsh pelo Blog.

      • Obrigado Raquel Torres, fico muito contente que tenha gostado. Concordo inteiramente consigo em todos os aspectos, principalmente nas consequências que este artigo pode ter em mentes mal estruturadas, e os preconceitos que podem vir a ser gerados á conta de quem lê este artigo. Ainda para mais o jornal “Sol” é grátis e de fácil acesso a qualquer um. No entanto o objectivo do jornal foi cumprido, visto que foi a paritr deste meio, que o assunto se tornou badalado… Mais uma vez obrigado por ler e comentar.

  2. Esta gaja quando escreveu este artigo devia ter ter abusado na coca, so pode!!! Alguem k explique a essa atrasada que eu NUNCA fui “gordinha” e sempre fui “one of the guys” ou a “maria-rapaz”… Tbm baixo as pernas pa fazer xixi no meio da rua, bebo o que me apetece e da garrafa, arroto, digo palavrões… and so on… isto nao tem NADA a ver com ser ou nao gordinha, mas com a personalidade de uma pessoa… Sim, ja passei por ser chamada de p*** por quem me quis levar pa cama e nao conseguiu, mas novidade… isso tbm acontece as gordinhas… e as “boazonas” so nao curtem a vida como as “gordinhas” pk parece que nascem com um garfo entalado no cu, com aquele ar emproado e a mania que sao melhores que as outras… e se sao vistas pelo sexo oposto como um “naco de carne” e pelo seu comportamento pelos cintos que usam a servir de saia e k as “gordinhas” ou as “maria-rapaz” como eu nao usam… K atrasada pa!!! So pode ter sido droga a mais no sistema… ou isso ou foi trocada por uma gorda… E k ha gordas k valem mais num dedo do que ela no corpo todo…

    Adorei a tua resposta, bem escrita, bem fundamentada… excelente!!!

    • Obrigado pelo comentário Denise🙂 Sem duvida, magras ou gordas falamos do que quisermos e comportamo-nos como quisermos e se os homens não gostarem, não é um problema nosso de resolver, mas acho que nem é o caso, a maioria deles quer que as raparigas sejam elas próprias. Concordo contigo🙂

  3. Já fui gordinho, sou atlético depois de muito árduo trabalho e não condeno a senhora porque cada um tem a sua opinião e realmente ela até tem razão em alguns aspectos, mas e que tal começarmos a falar das tábuas de passar a ferro, da Olivia Palito, se calhar não era muito bonito tal como a crónica, mas fico mais descontente quando o país está a saque por políticos que nem sei que nome lhes hei de dar e as pessoas ficam consternadas com esta miserável crónica, vamos é para a praia que eu gosto é de ver gordinhas e o resto que se ….🙂

    • João Santos á que reparar que esta senhora não fala de gordinhos no masculino. Porque geralmente o que mais se vê é mulheres magras casadas com homens gordos. Ela nunca conseguiria escrever: “uma mulher magra só leva um homem gordo para a cama porque está com os copos.” A critica dela está exclusivamente dirigida ás gordinhas e não disfarça sequer que o assunto a incomoda imenso a nivel pessoal. Não vale a pena insultar paus de virar tripas senão estamos a fazer o mesmo que a Margarida..🙂 obrigado por comentares

  4. Enquanto as pessoas estiverem preocupadas com a “embalagem” sempre acontecerá isto. Como eu me preocupo com o “conteúdo”, pouco me diz o que alguém, seja escritora ou o que dioga ser, pensa.
    Ah, sou gorda e me orgulho de ser uma pessoa educada, respeitadora e muito bem casada!

    • Claro que sim Noémia.. Desde de que as gordinhas se sintam felizes e sejam elas próprias, não existe motivo para as estar a criticar, ainda mais de forma insultuosa… Muito obrigado por deixar a sua opinião.

  5. Parabéns pela resposta, directa, organizada, culta e acima de tudo inteligente, qualidade que a senhora Margarida parece ter perdido (ou será que nunca teve?).Até parece que a senhora Margarida se sente até …com hei-de dizer…ameaçada pelas “gordinhas”.Senhora Margarida perdeu um possivel interessado sexualmente para uma….”gordinha”?Sabe existem pessoas que ajudam a ultrapassar esses traumas, chamam-se psicologos.A falta de respeito no texto, a forma até ordinária em que a senhora Margarida descreve as ditas “gordinhas” desrespeita não só as “gordinhas” mas todas as mulheres.Ja agora outro conselho, nao devia “sofrer” tanto para estar magrinha, maravilhosa, só para o sexo oposto.Quem gosta de si interiormente, sente-se automaticamente bem com a vida, bem com a sua consciencia e com o seu corpo.Outro conselho, informe-se sobre obesidade (é uma doença sabia?), e já agora…tem cura.Quanto à vaidade, mania de superioridade e inveja (problemas que a senhora Margarida demonstrou ter), são dificeis de curar e estão lá sempre que se olhar ao espelho.

    • Obrigado por todos os elogios Deolinda Pires! Pois, a maioria dos comentários vistos na net, especulam se Margarida Rebelo Pinto não terá mesmo sido trocada por alguma gordinha.. Mas o que interessa mesmo é sentir-mo-nos bem com com aquilo que somos. Por vezes pessoas fazem dieta julgando que um melhor corpo trará melhorias de vida, e quando isso não acontece pode realmente ser frustrante.. Concordo inteiramente com as suas palavras. Obrigado pela sua opinião.

  6. Desculpe eu naõ comprendo como se faz que esse papel sai agora? Eu nunca ouvi falar ou vi un livro dessa pessoa portanto leio muito ! Para no dizer asneira como ela eu fui buscar informações sobre ela. Essa pessoa fala dela mesmo e do seu comportamento ! Se vocês se derem a pena de ir fazer uma pesquisa no net. vocês vão ver que para ser gira ela fez plastica, que a uns anos atràs não era anorexia nervosa (demais fez un AVC seu miolo ficou estragado) que o seu gosto por jovens (e arquitectos !) que disfilam é uma pessoa instavél ! E demais plagiat e é du uma vulgaridade incrivel. Li un artigo de Saramago que dis lhe ter dado uns livros escritos en noites de bebedeira que ela lançou como seus ! Não tenho excesso de peso et não sou anorexia et não sou da categoria das outras ! Sou eu mesma. Mulher, pessoa, un ser humano.

    • Obrigado por comentar Morais. Naturalmente que há vários artigos na internet a “maldizer” Margarida Rebelo Pinto, tal como outros famosos, mas nunca podemos realmente perceber quando a informação é fidedigna ou não.. Mas é natural que se especule sempre.

  7. Olhem o que a Margarida Rebelo Pinto escreveu sobre as gordinhas…será que a mulher se anda a alimentar em condições ou foi trocada por uma tranca grossa???….Guidinha meu amor, eu não tenho dificuldade em arranjar namorado…tenho dificuldade é arranjar um que não lhe tenha passado pelas mãos e largado logo de seguida, minha gulosa!!! Và lá comer o talo da folha da alface, vomitar a seguir e vá à Av. da Liberdade pedir roupa emprestada na loja que nós sabemos…parece que há uma festa do “social” hoje. Mas tome atenção às rajadas de vento não vá a menina voar e aterrar no colo de um moço de 17 anos e 1/2…qualquer dia a menina é acusada de pedofilia… minha tola mai magra!! Beijoca da Tuquinha (se tiver dificuldades na tradução eu ajudo : Mulherão, cavalona, boa,grossa e inteligente…já deve ter entendido a ideia)

  8. Adorei a tua resposta, acho que essa escanzelada não leu o que escreveu, cabeça cheia de preconceitos, hello sec.XXI, coisas mais importantes para essa fulana escrever. Gostei do teu texto, parabéns.

  9. Gostei da sua resposta, no entanto na minha opiniao pior que esta cronica que já é terrivel, foi ter visto a entrevista com o Bruno Nogueira, fiquei ….. a forma como ela fala o desdem, as expressoes que usa, meu Deus!!!!! será que nao há ninguem que lhe diga nada como ela merece?

    • Também já vi a entrevista.. Ela realmente parece extremamente incomodada com a liberdade das pessoas poderem ir á praia mostrar o corpo que têm, se este não fõr 5 estrelas.. Alías, amanha falarei sobre o texto de Margarida Rebelo Pinto sobre “gordinhas” na praia, que data de 2010.. Mais outro texto sobre gordinha.. Tal como ela diz na entrevista com o Bruno Nogueira, já escreveu dois…

  10. CONTO POPULAR “A Rainha Literatura e o Palhaço Literário”

    Há muitos e muitos anos, no reinado da rainha Literatura, os súbditos Escritores andavam muito descontentes. Muitas ideias pululavam nas mentes dos Escritores – desde poesia, passando pela prosa, novelas românticas, policiais. Nada agitava os banquetes regados com bom vinho. Os músicos tocavam e, ao som de cítaras, muitos lá declavam um poema de amor. Mas pairava o tédio e a monotonia.
    Todos os dias, os súbditos escritores passaram a reunir-se numa casa anexo perto do palácio, às escondidas da Rainha, para solucionarem o problema. Então, fez-se luz na mente dos súbditos: decidiram fazer um circo, com graciosos palhaços que tocavam trompete e diziam piadas. O palhaço-mor, personagem jogralesca, era uma mulher e seria o auge do espectáculo.
    Certo dia, a Rainha Literatura organizou um banquete para receber altas patentes do mundo Literário e, embora desiludida com a prestação dos seus súbditos Escritores, decidiu, de boa fé, insistir com aquilo que possuía. “Cada um vai à missa com o fato que tem”, dizia.
    O banquete, servido com as melhores iguarias e regado com o melhor vinho, decorreu descontraidamente, entre rasgados sorrisos e uma ou outra gargalhada mais arrojada por parte de um amante do Realismo. Sua Alteza, disfarçando algum espírito de desilusão, estalou os dedos e entraram os súbditos Escritores. Perdão! Entraram os palhaços! Entre atrocidades ao som de trompetes, que lembravam os circos de outrora, e piadas (umas mais arrojadas do que outras), a Rainha Literatura e as altas patentes literárias lá se divertiam, bem aposentados em cómodos cadeirões. Entra o palhaço-mor que, como combinado, seria a “cereja no topo do bolo”. E o palhaço-mor, uma mulher loira, com uns olhos vivaços e um jogo de pernas triglitante, entra em cena para debitar umas piadas. Começa a falar de gordinhas e do porquê as gordinhas serem populares e protegidas, ou seja, poderem fazer tudo e escaparem à crítica mordaz. A noite já ia longa e o vinho fermentava no estômago dos “banqueteiros” e, perante tal actuação, a Rainha Literatura estalou os dedos, os súbditos escritores saíram de cena e entraram os mordomos encarregues de transportar uns recipientes (“vomitódromos”) para quem quisesse vomitar. “Não”, diziam os convidados, “o problema não passa pela qualidade da comida do banquete, estava tudo óptimo, mas aquela mulher loira…”
    A Rainha Literatura, depois do jantar, seguiu para os seus aposentos e deitou-se no seu leito. Não dormiu. Apesar da sua bondade, no dia a seguir a Rainha ditou uma lei: “Todos os atistas, sejam eles escritores, músicos ou palhaços, não gozam do direito de entrar no sensacionalismo barato. Todo aquele(a) que me fizer vomitar num banquete será torturado(a) e a sua língua será cortada.”
    O palhaço-mor, devido à bondade da Rainha Literatura, não lhe foi cortada a língua. Mas o mau estar fazia-se sentir na corte. Todos concordavam: “A língua dela deve ser cortada quanto antes. Queremos uma corte culta, selectiva na arte. Não quremos cá santolas apenas com as cascas. Queremos conteúdo.”
    A mulher loira, era alvo de chacota a toda a hora. E foi baptizada de “palhaço literário”. No entanto, um ou outro membro da corte mais engraçado lá lhe chamava “lixo literário”.

    • é uma metafora interessante senhor Calú, mas a verdade é que a corte é dividida.. São muitos indignados com o artigo, mas são muitos os silenciosos a aumentarem os “gostos” na pagina do facebook de Margarida Rebelo Pinto que todos os dias aumenta consideravelmente o numero de fãs.. á sempre os dois lados da opinião. Obrigado por comentar!

      • Sim, de facto, a corte está dividida. Há sempre os fãs incondicionais que gostam destes espectáculos. Não vejo literariedade nos “dizeres” dela. Ela cospe palavras como quem cospe expectoração amarela. Há os dois lados da opinião mas, ao que parece, a Margarida foi muito infeliz nesta sua crónica. Há muita coisa por onde pegar para se escrever uma crónica com qualidade.

      • É bem verdade, mas para escrever-mos ou sermos colunistas, temos que escrever básicamente aquilo em que pensamos diáriamente, pois é um trabalho que não permite ao escritor grande tempo de inspiração.. Por isso um colunista acaba por escrever os dilemas e pensamentos com os quais se vê confrontados.. Simplesmente á pessoas com melhores pensamentos que outras, e é desta forma que nos apercebemos em como a futilidade está tão presente, numa escritora que devia ser o exemplo de muitas.. Afinal é a escritora portuguesa que vende mais livros em portugal..

  11. Esta acéfala, pseudo-escritora deve passar muita fome a todos os níveis mas pelos vistos não colhe bons resultados porque fica ressabiada e invejosa

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